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Disputa judicial entre professor e Microsoft leva Rússia a migrar para Linux

Fevereiro 2, 2008

Windows Logotipo Um pequeno litígio entre a Microsoft e um professor russo, por este instalar uma cópia ilegal do Windows num computador do seu colégio, acabou nas mãos do governo do país. O resultado não podia ser pior para a Microsoft uma vez que as autoridades russas decretaram que todas as delegações da administração pública e escolas do país passariam a utilizar pacotes informáticos open-source, colocando de lado as versões proprietárias da empresa norte-americana.


Leonid Reiman, ministro russo com a pasta das telecomunicações, referiu à agência
Itar Tass que "até 2009 vão ser implementados pacotes de software livre em todos os computadores dos colégios russos, que substituirão os programas comerciais existentes".

O mesmo ministro indicou ainda que a versão que a versão Ubuntu a ser distribuída é desenvolvida por uma empresa russa, que concebeu o software ao longo do ano passado.

O caso que opôs o professor Alexander Ponosov à Microsoft foi o primeiro referente à pirataria de software registado na Rússia e desenrolou-se durante cinco anos.

Depois de o professor ser obrigado a pagar uma multa de 200 dólares, o caso chamou a atenção dos meios de comunicação russos e internacionais e despertou o interesse dos altos responsáveis da administração do país, incluindo de Vladimir Putin, que comentou "o disparate" da referida situação.

Também na França, as autoridades policiais estão migrando para Ubuntu e a colocando de lado os produtos Microsoft. De acordo com a Associated Press, esta decisão é o culminar de um processo que se iniciou em 2005, quando se instalaram as primeiras versões de código aberto no parque informático da Gendarmeria Nacional de França.

Atualmente, os 70 mil computadores que as forças policiais detêm utilizam o sistema operacional Windows XP, embora a migração para Ubuntu venha a ser efectuada de forma gradativa até todos os equipamentos funcionarem com software livre, o que deverá acontecer antes de 2014.

Fonte: Sapo (Portugal)

Rejeição ao Windows Vista faz lojas oferecerem serviço de remoção do sistema

Fevereiro 2, 2008

Windows Vista Donos de novos equipamentos, que já vêm com o Vista, mostram preferência pelo velho XP.

A rejeição do Windows Vista por parte dos consumidores já está criando uma nova oportunidade de negócio que deve chegar ao Brasil: a remoção do sistema operacional. Uma loja de informática em New Hampshire, nos EUA, colocou na vitrine o cartaz “We remove Vista”.

A notícia é do jornal Seattle Post Intelligencer, anotada pela Info Exame.
Lançado há um ano, o Vista vem instalado em boa parte das novas máquinas que saem de fábrica. Muitos donos de novos desktops e notebooks alegam preferir o XP, que é mais eficaz, veloz, não depende tanto da memória RAM e é mais amigável em relação a aplicativos que não são da Microsoft.

Oficialmente, lembra a Info, a gigante de Bill Gates diz que encerra as vendas do XP em 30 de junho.

Fonte: CidadeBiz

Nossa pirataria já "comemorou" um século

Janeiro 21, 2008

Windows Logotipo Desde 2003, o 3 de dezembro é o Dia Nacional de Combate à Pirataria. Pelo "nacional", vemos que o dia não é só uma invenção, mas, até onde sei, uma exclusividade brasileira. Não acho que só aqui cabe a necessidade de se ter um dia dedicado a isso, mas a primazia é nossa.

Agora, em 8 de janeiro, o Jornal do Commercio/RJ reproduziu um texto que já havia publicado em 8 de janeiro de 1908, exatos 100 anos antes. Com o título "Vinho Fino", dizia: "Os agentes Gonçalves, Zenha & C. são os únicos representantes nesta capital brasileira dos fabricantes do vinho fino reconstituinte da marca Villar D’Allen. Eles estão preocupados com a possível falsificação deste apreciado produto que muito tem oferecido à saúde das pessoas que consomem o saboroso vinho. Espera-se que todos saibam, com a ajuda dos comerciantes, diferenciar o certo do errado!".

Em 11 de janeiro passado, a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), a Business Software Alliance (BSA) e a Entertainment Software Association (ESA) divulgaram o resultado do combate à pirataria em 2007. Foram realizadas 718 ações em todo o Brasil, que resultaram na apreensão de 2.253.546 milhões de CDs com programas piratas, 150% a mais do que 2006, além de 212 computadores. Durante o ano também foram retirados do ar 243 sites que comercializavam softwares piratas e 25,7 mil anúncios destinados à divulgação de produtos ilegais.
As três entidades registraram mais de 20 mil contatos, por e-mail e telefone, com denúncias e pedidos de informações contra o comércio ou uso de programas piratas. E a BSA enviou 2.820 notificações extrajudiciais aos infratores. Perto do Natal, somente em Uberlândia, MG, a polícia apreendeu mais de 10 mil CDs e DVDs piratas, além de computadores e impressoras utilizadas para reproduzi-los. Em Campinas, SP, foram encontrados 14 mil produtos piratas em um camelódromo e, em Brasília, localizados 12,8 mil artigos falsificados em uma feira de importados.

Capacitação em Antipirataria

De acordo com as entidades, os resultados obtidos no período são reflexo direto de uma série de iniciativas educacionais e repressivas desenvolvidas pelo governo e pela iniciativa privada.
O destaque foi a segunda fase do Programa de Treinamento de Capacitação em Antipirataria realizado pela ABES, BSA e ESA, em parceria com o Ministério da Justiça. Em 2007, o programa passou por 16 cidades e treinou 1,2 mil agentes. Para 2008, o objetivo são 22 localidades e três mil policiais.

Uma pesquisa divulgada pela BSA revelou que a América Latina é uma das regiões com o maior índice de pirataria no mundo, com uma porcentagem de 66%, muito acima dos 36% da média mundial. Segundo a BSA, se a taxa de pirataria na região fosse reduzida em 10% seriam gerados 44 mil novos postos de trabalho e arrecadados US$ 1,2 bilhões em impostos.
Chegou-se a essas conclusões após seis meses de investigações em 12 países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Guatemala, México, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai. Autoridades policiais e judiciais juntaram-se para desarticular cerca de 70 redes criminosas que fabricavam e distribuíam programas de informática piratas. Durante a operação, foram descobertas 96 mil cópias de produtos da Microsoft, como Windows Vista, Windows XP, Windows Server, Office 2007 e Office 2003, que correspondem a US$ 10,8 milhões em preços dos programas originais.

R$ 160 bilhões e 400 mil empregos
Em 9 de fevereiro de 2004, escrevi que a pirataria fazia o Brasil perder R$ 160 bilhões/ano e 400 mil empregos, segundo o Instituto Brasileiro de Ética na Concorrência (ETCO). Éramos o quarto do mundo em pirataria, apesar de termos sido o quarto em todo o planeta a adotar, no século XIX, uma lei de patentes, depois dos EUA, Inglaterra e França.

O que Helio Mattar, presidente do Akatu, instituto que defende o consumo consciente, me disse na ocasião continua valendo: "Além de financiar o crime organizado, a pirataria ajuda a perpetuar uma realidade social injusta. A polícia e a justiça combatem os piratas, mas o consumidor é a peça-chave para desmantelar essa estrutura ilegal".

Em 2007, segundo a Câmara do Comércio dos EUA, Recife, PE, reduziu em 20% os produtos piratas em comparação a 2006, graças ao aumento da fiscalização, treinamento de pessoal nos portos e inibição nas fronteiras. Cabe a cada um de nós fazer com que a ?comemoração? do 3 de dezembro não complete um século. * Com Lucila Cano.

Fonte: O POVO – Online

Minha Opinião:

Sou totalmente favorável ao combate a pirataria e acredito no uso de software livre, incluindo Linux e programas gratuitos e opensource como uma das formas de se reduzir substancialmetne a pirataria.

Atualmente, existe uma quantidade muito grande de programas gratuitos disponíveis em ambas as plataformas (Windows e Linux). Embora muitas vezes, estes programas não tenham todos os recursos de seus concorrentes, a qualidade e a quantidade de recursos está aumento substancialmente a cada nova versão. Exemplo disso é o OpenOffice.org (BROffice.org no Brasil), que melhora cada vez mais os seus recursos.

Consegue-se hoje substituir todos os programas comerciais (tanto profissionalmente quanto no pessoal) por programas opensource ou gratuitos, exceto em casos muito raros.

 

Windows 7: Sucessor do Windows no final de 2009

Janeiro 19, 2008

Windows 7 A mensagem surge de diversas fontes ligadas à industria e que afirma que uma versão alpha do Windows 7 já está na posse de alguns parceiros da Microsoft, sendo que os planos de lançamento deste novo sistema operativo deverá acontecer na segunda metade de 2009.
A actual versão alpha (Milestone 1) está, na posse de alguns parceiros da Microsoft e apresenta apenas o idioma Inglês, contudo está disponivel em duas versões : uma para sistemas de 32 bits (x86) e outra para sistemas de 64 bits (x64). As grandes novidades neste sistema, ao que se conseguiu apurar uma nova versão do software multimédia Media Center já vêm incluido, outra das novidades prende-se com o sistema de gestão de placas gráficas que permite a utilização de multiplas placas gráficas (incluido diversos fabricantes), fala-se ainda num novo interface (como não podia deixar de ser, até porque já se tornou um habito – novo sistema -» novo layout), e pouco mais se sabe.
Em relação às datas também se espera que em breve (dentro de dois a tres meses) exista uma nova "Milestone", a segunda, sendo que a meio de 2008 estará pronta a Milestone 3. As versões alpha deverão estar finalizadas assim no ultimo semestre deste ano, e consequentemente as primeiras versões Beta e RC deverão surgir no final de 2008, inicio de 2009.

  • Fontes: infoworld; pcretailmag

Microsoft cria programa para vigiar funcionários

Janeiro 17, 2008

Windows Logotipo A Microsoft está desenvolvendo um software capaz de monitorar o desempenho de funcionários de empresas por meio de suas expressões faciais, comportamento e estado de saúde.

A revelação foi feita pelo jornal britânico The Times, que conseguiu a cópia do pedido da patente, enviado pela empresa em 2007 ao Departamento Americano de Patentes e Marcas Registradas.

O texto diz que o software permitiria aos empregadores acompanhar a produtividade de seus funcionários ao terem acesso a seus batimentos cardíacos, temperatura corporal, movimentos, expressões faciais e pressão arterial. No documento a empresa alega que o objetivo seria detectar frustração ou situações de estresse e oferecer assistência necessária. A Microsoft confirma que entrou com o pedido, mas disse que não fará comentários, pois o produto ainda pode sofrer alterações. Grupos ligados aos direitos civis e advogados criticaram o projeto por entenderem que ele é um tipo de invasão de privacidade na vida dos funcionários.

  • Fonte: Olhar Digital